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Paulo César Alves Nunes - (natural de Santo António, Funchal, Madeira, 20 de Junho de 1955) filho de uma família de emigrantes, por terras do Brasil e Venezuela, oriundos da Madeira e da Beira Alta, Técnico Administrativo na ANA-SA desde 1980. Foi praticante de Basquete da Associação Académica de Coimbra e no Clube dos amigos do Basquete, na Madeira. Foi actor do Grupo Experimental de Teatro do Funchal de 1977 a 1980. De 1977 a 1980 foi escriturário na Secretaria do Comando Regional da PSP da Madeira.

Desde Novembro de 2000 que é voluntário na Comunidade Vida e Paz, colaborando nas Equipas de Rua e em pequenas acções culturais com os residentes da Quinta do Espírito Santo, Sapataria - Sobral de Monte Agraço.


Desde os seis anos que escreve poesia e escreveu durante alguns anos, pequenas crónicas e apontamentos para o Correio dos Leitores do matutino Correio da Manhã(1989/1998)

Seis poemas seus fazem parte de duas antologias dos Poetas da Póvoa publicadas recentemente pela Associação Dom Martinho da Póvoa de Santa Iria.

O seu primeiro poema publicado saíu na contracapa do Diário de Notícias da Madeira em 1 de Junho de 1984, onde se assinava com o pseudónimo Ninguém, inserido numa crónica de um conceituado jornalista, Luís Calixto.

Ganhou dois prémios de poesia e prosa na extinta revista Jogos de Rádio.

Vem participando frequentemente, por escrito e oralmente, em poesia e prosa em vários programas da Rádio Renancença de quem faz questão de dizer-se "Fiel Ouvinte".

Obras Publicadas:

Colectânea "Poetas da Póvoa" I - 1998
Colectânea "Poetas da Póvoa" II - 2001
"A Carrinha" - Peça em poesia - Edição da Comunidade Vida e Paz - 200
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